segunda-feira, 16 de março de 2026

Música: No time (Epitaph of a young adult)

[Verse 1]

Life's been complicated

Lots of broken dreams

That had me baited

To success, as it seems


If love would grow on trees

I'd have a forest of delusions

Pleading, on my knees

For merciful relations


[Bridge]

So much time was wasted

So many lies I've heard

Jobs that I've worked

Weighing my world


[Chorus]

When you're adolescent, there's no time

And there's no time like adolescence


[Verse 2]

Suffocated by tasks

I lie on the bed

Hands on my chest

Why is it so bad?


Now I'm so exhausted

I've got so much to do

But the old is unresolved

And now there's something new


[Bridge]

I've delayed until now

Because they told me so

How can they be so foul?

Now I've got nowhere to go


[Chorus]

When you're adolescent, there's no time

And there's no time like adolescence


[Verse 3] (More intense voice)

Should've never waited

Should've never changed

Should've never listened

Should've never delayed


I knew what I wanted

I knew what I loved

I knew it all the way

I knew it all the way


[Chorus]

When you're adolescent, there's no time

And there's no time like adolescence


[Whispered]

(Forest of delusions, lies and wasted time)

(Why have I waited? Why even try)



Toinho Stark do Cangaço, 14-15/03/2026


(When you're adolescent, there's no time; and there's no time like adolescence)

(If love grew on trees, I'd have a forest of delusions)


    A origem dessa frase, ao qual eu repito na música, é bem peculiar. Tive um sonho que já tinha tido antes, mas, desta vez, levei mais a sério.

    No sonho eu estava mexendo em objetos pessoais de outra pessoa. Não sei de quem, exatamente, mas, pelo comportamento das pessoas que estavam comigo no sonho e o sentimento que pairava no ar, parecia ser de alguém que já tinha falecido. Algum jovem adulto, amigo de um dos meus primos.

    Nos pertences dele, dentro de umas sacolas plásticas de supermercado, eu encontrava uma tira de papel (Como se fosse rasgada de um caderno), com uma frase escrita à caneta, em caixa alta, dizendo "When you're adolescent, there's no time and there's no time like adolescence" (Quando você é adolescente, não tem tempo; e não tem tempo/momento igual à adolescência). Estava junto a um trenzinho em escala N, que eu pegava e analisava, era na cor azul e parecia ser um modelo europeu (Tinha uma locomotiva elétrica e vários vagões prancha). No trem tinha algumas alavancas minúsculas para mexer e operar e, dessa segunda vez que eu sonhei, eu decidi tentar mexer. Quando coloquei no chão, ele começou a ir para frente, parar e ir para trás, quase não saía do lugar, repetindo este ciclo.

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